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Quando era pequeno acreditava que os homens de farda eram heróis. Na escola, muitos dos meninos diziam que queriam ser tal e qual eles quando crescessem. Quando os via na rua, o meu coração tremia e as mãos suavam, ao ver a pistola verdadeira na cintura. Heróis! Na televisão, também diziam que eles eram heróis, pessoas que serviam para ajudar e proteger! Acreditei nisso. Errei.

Uns deles são dignos das honras que recebem. E os outros? São nojentos. Odeio-os. Fazem o que querem porque podem, porque são a lei. Odeio-os. 

São horríveis! Magoam os inocentes e ignoram os culpados. Porquê? Têm medo! São medricas e são nojentos e são horríveis! Têm os crimes, os culpados, mesmo debaixo do nariz e não os vêem... ou fingem. Não percebo como têm coragem de fazer as coisas que fazem - as coisas ruins e nojentas e horríveis. Até ontem, não acreditaria que os homens de farda são maus. Mas são.

Magoaram uma pessoa inocente. Magoaram o meu avô. Magoaram-no! Deram-lhe pontapés, aljemaram-no, insultaram-no! Ao meu avô. No meio da rua. Uma vergonha! Porcos! 

Tribunal com eles? Não. Eles são a lei. Eles ganham sempre. 

Vivem das aparências e do poder que têm sem merecer. Os maus, não os bons. Se a segurança nacional estivesse nas mãos deles estávamos todos tramados!... O pior é que está mesmo.

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