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2 - Livro detestado

 Durante a febre John Green (da qual fui vítima), li Will Grayson, Will Grayson, livro em parceira com David Levithan, e não fui fã. Contado a duas perspectivas, a de dois Wills, cada um escrito por um autor. Não consigo precisar de qual dos Wills desgostei mais, mas não fiquei com vontade de ler mais nada de David Levithan baseado no seu Will.

 A história do livro não é muito entusiasmante. Dois Wills (que são, muito resumidamente, ingratos e que detestam a sua vida e todas as pessoas ao seu redor) que, certo dia, se encontram! É isso. De resto, são fragmentos que só ajudam a construir dois personagens incrivelmente irritantes!

 

 SPOILER ALERT: Uma coisa que me lembro que me fez revirar os olhos com bastante afinco foi o facto de o Will do John Green começar com o livro a dizer que se se pudesse escolher os amigos, com certeza não escolheria ser amigo de personagem x, porque se ele tivesse escolha não se daria com ele, mas como era demasiado impopular, estava reduzido ao personagem x. No fim do livro faz uma festa dedicada ao amigo x por ele existir e estar na sua vida. Enfim. Rant terminado.

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 Decidi embarcar, finalmente!, no Desafio Literário dos 45 Dias. A primeira vez que o tentei fazer foi há mais de quatro anos, num blogue perdido nos confins da internet. Era um blogue sobre livros que, como muitos outros blogues que me passaram pelas mãos, não durou muito tempo.

 Enfim. A lista dos dias do desafio está aqui; tinha-a partilhado neste blogue em Março de 2015. Não sei porque é que me levou tanto tempo a decidir cumprir este desafio, mas cá vamos nós! 

1 - Livro favorito

 

 E eu não seria eu se não começasse logo com batotices. Mas, também, quem é que consegue escolher só um livro favorito? Eu podia indicar vários livros que me conquistaram recentemente (Os homens que odeiam as mulheres de Stieg Larsson, Laranja Mecânica de Anthony Burgess,...) mas decidi que para os livros favoritos apontaria aqueles que, até à data, já reli pelo menos uma vez na vida. E são livros que, sei-o, ainda vou reler por muitas mais vezes com o decorrer dos anos. Trago-vos, portanto:

 — O Aprendiz de Guerreiro, o primeiro livro da coleção O Reino de Petzet, de Margarida Fonseca Santos. É um livro especial. Uma história incrível, com personagens fortes, interessantes e bem construídos. Mas é também um livro que me entrou na vida numa altura importante e que trouxe consigo amizades e momentos que guardo sempre comigo. Não sei quantas vezes reli este primeiro título, mas sei que preciso relê-lo em breve, voltar a Petzet e à Resistência. Leiam, leiam!

 — Harry Potter e a Pedra Filosofal foi um livro que demorou demasiado a entrar na minha vida. Acho que o li a primeira vez quando estava no sétimo ou oitavo ano e, não me lembro porquê, nunca li os outros livros até anos mais tarde. Mas enfim. É uma obra de arte, esta coleção.

 — O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry, é outro livro que dispensa apresentações. É um pequeno tesouro repleto de mensagens à espera de ser desvendadas: aguardam-nos, pacientes, até estarmos prontos para elas e depois supreendem-nos uma e outra vez, à medida que as vamos lendo e relendo.

 — Divergente, de Veronica Roth, é outro livro que tem um lugar especial no meu coração. Foi uma leitura que partilhei com pessoas que adoro e, juntos, criamos uma relação forte com os livros desta série. Mas aconselho: leiam os livros e não vejam os filmes (só o primeiro filme, pronto... esse pode ser).

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Terminei hoje a leitura de Bicicleta à chuva, título da colecção "a escolha é minha" e da autoria de Margarida Fonseca Santos, e desde então que não consigo deixar de pensar nele. É um livro curtinho, tem um pouco mais que 100 páginas, e carrega consigo não só o suficiente, mas o essencial.

Comecei a ler este livro pela primeira vez há uns meses atrás mas não consegui passar das primeiras páginas. O choque da realidade que este retrata emocionou-me e, simultaneamente, frustrou-me imenso, demasiado.

Contada a duas perspectivas muito particulares – algo que, sem querer revelar muito, considerei uma escolha arrojada e, talvez mais ainda, difícil –, esta é uma história que poderia ser a minha ou a de quem me lê agora; uma história que abarca um assunto delicado e penoso de se lidar (quer directa ou indirectamente): o bullying.

Este é um livro direccionado ao público infanto-juvenil, com um diálogo e narrativa bem acessíveis e mesmo ao estilo da faixa etária, mas que deve ser lido por todos. 

Só consigo imaginar como deve ter sido custoso para a Margarida dar voz a esta história que é, a meu ver, tão, tão, tão importante. É importante que se perceba que o bullying é uma realidade silenciosa mas presente. Que esta história de – como bem sublinha o sub-título – "coragem e amizade" sirva para ajudar a perceber isso mesmo.

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A Descoberta

25.01.15

Acho esta frase a mais pirosa das frases pirosas (se houvesse um concurso entre as frases pirosas esta ganharia o título de Frase Mais Pirosa sem dificuldade alguma): "I fell in love the way you fall asleep: slowly and then all at once", do aclamado (por raparigas adolescentes, maioritariamente) escritor John Green.

Não obstante, é a frase que melhor descreve a minha súbita admiração por Afonso Cruz.

 

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É o meu autor preferido. Aconteceu com a rapidez com que se diz "Olá"! E é tão grave que comprometo-me, de facto, a repetir: é o meu autor preferido. Maldito seja eu se morrer sem ler tudo o que o bendito senhor publicar!

Até à data, li:

 

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E estou a ler (degustar, aliás):

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Não vou tentar descrever a escrita de Afonso Cruz, que não tenho um palavreado que lhe faça jus. Mas é importante que refira que as suas histórias são de uma complexidade (e des-complexidade) estonteante, deliciosa, espantosa!

Fica o propósito deste post desvendado: leiam Afonso Cruz, que não se vão arrepender!

Boas leituras.

(Fotografia de Afonso Cruz por Vitorino Coragem)

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Tenho que começar por dizê-lo já e com destaque: A TRILOGIA DIVERGENTE DEVE SER LIDA! Se já leram ou estão a fazê-lo, melhor ainda! De qualquer forma, sim, é isso.

Sendo este o último livro da série, claro está que não vou entrar em detalhes sobre o enredo. Mas posso adiantar-vos que — pelo menos para mim! — está a ser uma leitura incrível e, principalmente, a-r-r-e-b-a-t-a-d-o-r-a!

A palavra distopia pretende representar o contrário de utopia, e a sensação que tive é que, ao mergulhar neste livro, experienciamos profundamente essa definição.

A Veronica Roth merece uma ovação!

(fonte: instagram)

 

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   Tenho visto muito esta tag nos canais literários de fora.  É uma tag pequena mas muito engraçada de se responder. E como acho que ainda ninguém a traduziu para português, decidi fazê-lo – adaptar seria a melhor palavra, e não traduzir. Entrei então em contacto com o autor, JackEatsBooks (vídeo original aqui), e, depois de concedida a autorização, aqui vos deixo uma adaptação para português da Winter Wonderland Book Tag (à qual adaptei o nome por falta de melhor para Maravilhas de um Inverno Literário):

 

1. Que livro é tão feliz e doce que te aquece o coração?
2. Qual é o teu livro preferido com uma capa branca?
3. Estás sentado/a confortavelmente, tapado/a com uma manta, a beber um delicioso chocolate quente, e a ler um livro MONSTRUOSAMENTE GRANDE. Que livro é esse? 
4. Começou a nevar lá fora, então decides fazer uma luta de bolas de neve! Com que personagem fictício adorarias estar a lutar?
5. Infelizmente, a tua lareira está a começar a extinguir-se. De que livro arrancarias os últimos capítulos para atear o fogo?

6. Que livro te é tão próximo do coração que o oferecerias a alguém no Natal que não lê mas quer entrar no universo das leituras?

 

   E agora as minhas respostas:

 

1. Esta pergunta é mais difícil do que parece... Vou ter que responder Harry Potter e a Pedra Filosofal da J. K. Rowling, que, apesar de não ser só maravilhas, é sem dúvida um livro que me aquece o coração (por razões óbvias!).

2. Aqui vou ter que referir dois. Um que li recentemente: A Desumanização de Valter Hugo Mãe; e o outro terá que ser The Perks of Being a Wallflower de Stephen Chbosky. Ambos livros profundos e muito bem escritos.

3. Inverno de Sombras de L. C. Lavado. Este livro tem 590 páginas! Comecei-o há algum tempo e ainda não terminei. Vou aproveitar estas férias para o acabar. Talvez até mesmo ao pé da lareira aconchegado e a beber um chocolate quente!

4. Hm... Com a Katniss d'Os Jogos da Fome (Suzanne Collins). Apesar da neve não ser lugar para uma girl on fire.

5. Provavelmente do Insurgente, da Veronica Roth. Porquê? Porque *spoiler alert* eu gostava da Jeanine! :-(

6. Vou ter que responder outra vez com o Harry Potter. Tenho a certeza que seria uma boa série (como foi para tantos) para abrir horizontes no universo das leituras.

 

   E aqui estão as pessoas que vou taguear (que podem responder, como eu, via blogue ou, para quem tem canal literário, via vídeo):

 

Chris do blogue/canal Diário da Chris;

Cláudia do blogue/canal A Mulher Que Ama Livros;

Nádia do blogue My Soul;

Alexandra do blogue Dragon of Freedom;

Inês do canal InêsBooks;

Rebeca do Beautiful Madness;

Catarina do Little House of Books;

Márcia do blogue/canal Noites de Saudade;

Catarina do blogue A Sonhar de Olhos Abertos;

 

   Gostava de vos ver responder esta tag! Claro que todas as pessoas podem responder, tagueadas ou não! Por isso sintam-se à vontade!

   Boas leituras!

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(imagem retirada da internet)

 

   Como é que eu começo a falar deste livro? Ou melhor, como é que eu começo a falar da experiência que é ler este livro?

   Bem, devo começar por dizer que este é o segundo livro que estou a ler do escritor, Valter Hugo Mãe. Ainda este ano li O filho de mil homens. Um livro complexo, cru e muito poético. (Nada que não esperasse n'A Desumanização, mas sobre isso já falamos.) Gostei muito. Não foi o que estava à espera mas gostei muito. Tinha uma imagem, um conceito, diferente do autor, acho. Algo que, com este livro, se confirma. 

   A verdade é que, ao ler O filho de mil homens, esperava algo arrebatador, forte e grotesco. E a verdade é que o autor consegue tudo isso, mas de forma algo fraca... Valter Hugo Mãe escreveu várias histórias entrelaçadas que dão a origem a uma, no final das contas, bonita história. E não era isso que eu queria, não era isso com que eu contava. (Mas, devo repetir, gostei muito, não me interpretem mal.)

   Mas, n'A Desumanização, vê-se concretizada a minha imagem de um bom livro de Valter Hugo Mãe. Aqui os factores "complexo, cru e muito poético" estão fortemente vincados. Ler este livro é como admirar uma obra de arte. Uma obra de arte onde – ao contrário da capa do livro – os tons escuros predominam. Porque sim, este livro retrata tudo o que tem a ver com cores frias. Uma história pesada, melancólica e muito, mas muito poética. E bela, até.

   Ainda me faltam umas sessenta páginas mas não quero acabá-lo. Estou demasiado apegado à Halla. (Oh, pobre Halla.)

   Mas posso, desde já, dizê-lo: recomendo, leiam!

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Este é aquele post em que: a) vos dou dicas para descobrir quem me saiu no amigo secreto; e b) ajudo (tecnicamente) a quem eu saí como amigo secreto! Okay? Vamos a isso.

Então, aqui estão algumas dicas sobre a pessoa a quem eu enviarei um livro pelo Natal:
— A sua plataforma não é inteiramente literária.
— Leu uma coleção cuja adaptação - de um dos volumes - estreou recentemente no cinema.
— (Esta é mais difícil de explicar) Essa pessoa tem um livro a) escrito por um autor. Eu tenho um livro b) desse mesmo autor. E este ano saiu um livro c) desse autor. Deu para perceber a ideia?
E é só!

Agora para ti, que recebeste um e-mail com o meu nome e endereço: podes oferecer-me o livro que quiseres! O céu é o limite! (De qualquer forma, se estiveres com medo que já o tenha lido, podes ir à minha página do Goodreads, que deve ajudar. O link está lá em cima. Qualquer dúvida, tens sempre aquela caixa ali de lado que dá para enviar mensagens anónimas.)

E aqui está a lista de pessoas que estão a participar:

Diário da Chris - http://diariodachris.wordpress.com/

Duarte Oliwed - http://youtube.com/duarteoliwed

Pedro Carvalho- http://chopim.blogs.sapo.pt

Hipster Karenina - http://estendalenferrujado.blogspot.com

Márcia Leal - http://www.youtube.com/channel/UC2D-4rIvoXvZMVN4YuYWSTA / www.noites-de-saudade.blogspot.com

Catarina Rodrigues -http://asonhardeolhosabertos.blogspot.com/

Nádia Palma - http://marilynrosecollins.blogs.sapo.pt/

Inês Books - http://www.youtube.com/InesBooks

Carla Vieira - http://ocantodapetrolina.blogs.sapo.pt

A Mulher que Ama Livros - http://youtube.com/amulherqueamalivros

A Menina ImPerfeita - http://ameninaimperfeita.blogs.sapo.pt

Esta iniciativa foi organizada pela Cláudia, a Mulher Que Ama Livros.

Por agora é tudo, até breve! Boas leituras.

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(Se leste aquele meu outro texto sobre não ler, tem em mente que aquilo é ficção, ok?)

De qualquer maneira, acontece que não tenho lido nada ultimamente.

Lá fora isto tem um nome: Reading Slump. E consiste no acto de não ler. Pode apetecer-te ler o máximo de livros possível mas, simultaneamente, não te apetece. Eis uma explicação mais concisa, em inglês:

 

You’re reading the same sentence over and over again but can’t seem to understand what the words mean. Your mind starts to wander, and your eyes start to close. You can’t seem to finish anything you start, or find any book appealing. You buy books but don’t read them. You read just to “get through it”. You can’t choose what to read, and instead just don’t read.


Percebeste? Se sim, perfeito! Se não, deixa, não faz mal... Basicamente é aquela frase lá em cima, sublinhada.

Tenho estado assim. Estou a deprimir com a ideia. Preciso de livros novos. 

Agora vou só deixar-vos aqui uma lista de coisas a fazer que encontrei por aí para que este post não seja considerado inútil.


  1. Começa a ler um livro que sabes que vais adorar.
  2. Lê a sinopse outra vez ou procura alguma resenha positiva sobre esse livro.
  3. Desiste desse livro!
  4. Faz algo mais que não só ler.
  5. Relê um dos teus livros preferidos.
  6. Sai da tua zona de conforto.
  7. Ouve um audiobook enquanto fazes outras coisas.
  8. Lê um livro que alguém tenha dito ser fácil de ler e de leitura rápida.
  9. Lê um livro mais pequeno.
  10. Impõe-te um numero de páginas por hora.
  11. Reorganiza os teus livros.
  12. Compra livros novos.

 

E pronto! Boas leituras.

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   Olá outra vez! O dia ainda está longe de acabar, mas para mim hoje não há mais leituras...

   Não li muito, infelizmente. Li um total de 110 páginas do livro "Inverno de Sombras", o que não foi mau, mas podia ter sido melhor... Ainda assim, fiquei satisfeito. 

   Acontece que ainda estou meio que a recuperar da minha "consequência por estar ao sol" e ainda tenho muitas dores de cabeça e não consigo ver mais letrinhas pequeninas (a sério, as letras daquele livro são mesmo pequenas!) à frente... Não posso!...

   Ainda não atualizei a minha lista de leituras para a Maratona (sim, eu sei que sou uma catástrofe ambulante), mas decidi que quero prolongar a leitura do "Inverno de Sombras" e não o ler durante a Maratona Literária. Em vez disso vou ler outros livros que ainda nem escolhi. Amanhã começo e — vou tentar, prometo — termino "O Rapaz do Pijama às Riscas". 

   Quando voltar falo-vos sobre ele e sobre os livros que vou ler até dia 16. 

   E vocês, que andaram lendo?

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